Oito calculadoras que rodam no seu celular. Você digita o salário e a data. Ela devolve a conta inteira e gera recibo, TRCT ou demonstrativo em PDF, com o timbre da sua empresa.
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O funcionário pede as contas na sexta e você não faz ideia de quanto vai sair. Abre uma planilha velha, tenta lembrar se o aviso indenizado entra no 13º, erra o INSS, refaz.
Ou pior: paga a rescisão por cima, no chute, pra não ter dor de cabeça. E doa dinheiro que era seu.
Do outro lado é igual. O trabalhador é demitido e assina o TRCT sem saber se está certo, porque ninguém explica de onde saiu aquele número.
Um arquivo só, que abre no navegador do celular ou do computador. Oito calculadoras dentro:
Os seis motivos: sem justa causa, pedido de demissão, acordo do 484-A, justa causa, rescisão indireta e fim de contrato. Calcula saldo, aviso, 13º, férias, terço, multa do FGTS, INSS, IRRF e o líquido — com horas extras, faltas e atrasos do mês, se houver.
Do bruto ao que cai na conta. Com periculosidade, insalubridade, horas extras a 50% ou 100%, faltas, DSR, atrasos em horas e minutos, vale-transporte e dependentes.
Com o terço constitucional, venda de 10 dias e adiantamento do 13º. Mostra o que é isento de imposto e o que não é.
Primeira parcela, segunda parcela e o total. Com os descontos caindo no lugar certo — que é onde quase todo mundo erra.
Quantas parcelas a pessoa tem direito a receber e quanto entra em cada uma — pela regra da Lei 7.998/1990, que muda conforme seja a primeira, a segunda ou a terceira solicitação. Quando ainda não dá direito, diz quantos meses faltam, que é a pergunta que sempre vem depois.
Você emite uma nota de R$ 10 mil e cai R$ 8.885 na conta. Aqui você vê exatamente por quê: ISS, IRRF, PIS, COFINS, CSLL, INSS. Mostra também o destaque de IBS e CBS que a nota já precisa carregar desde janeiro — e quanto de fato sobra depois dos seus próprios impostos. Serve pros quatro regimes: Simples Nacional, Lucro Presumido, Lucro Real e MEI, cada um com as regras dele.
O destaque de IBS e CBS já é obrigatório na nota desde janeiro. Aqui você simula a sua nota ano a ano, de 2026 até 2033, e vê o que muda em cada etapa da transição — inclusive a parte que ninguém conta: se o seu cliente é empresa, ele se credita de tudo que você destacou.
Descobre quanto cobrar pra pagar custo, imposto, taxa de cartão e ainda sobrar a margem que você quer de verdade. E emite o orçamento pro cliente.
Essa é a parte que muda o seu dia. Você sobe a logo da sua empresa uma vez, escolhe suas cores, preenche CNPJ e endereço — e todo documento que você gerar já sai timbrado.
A conta aberta, verba por verba, com dados do contrato e a base legal de cada uma. Pra anexar, arquivar ou mandar pro cliente.
Com forma de recibo mesmo: título em destaque, número sequencial, o valor emoldurado, o parágrafo de recebimento com o valor por extenso, data por extenso e linhas de assinatura e testemunhas. Não é a tela virada PDF — é documento.
Na rescisão, além do recibo, sai o Termo de Rescisão no formato da Portaria MTE 1.057/2012: campos numerados, blocos de identificação, verbas e descontos separados, quadro de FGTS e termo de quitação.
Monta a nota como ela vai ficar — prestador, tomador, ISS, retenções, IBS e CBS — pra você mostrar ao cliente antes de emitir. Marcada como simulação, porque quem emite nota é o sistema do município.
Na calculadora de preço, sai um orçamento limpo pro cliente — e uma versão interna, só sua, com a composição de custo e o lucro. O cliente nunca vê a sua margem.
Um toque em "Salvar PDF" e o documento vai pro seu celular ou computador, formatado em A4, pronto pra mandar no WhatsApp ou por e-mail.
Não tem logo de terceiro, marca d'água nem "gerado por". O documento é seu, com a sua identidade, do cabeçalho à assinatura.
Que demite, contrata e faz folha sem ter um DP estruturado.
Pra conferir o que o sistema cuspiu e emitir o demonstrativo já com o timbre do seu escritório.
Que quer saber se a conta está certa antes de assinar.
Pra saber quanto sobra de cada nota que você emite — nos quatro regimes — e pra parar de cobrar no chute.
Comprou, abriu e não serviu? Pede o dinheiro de volta dentro de 7 dias e devolvemos, sem perguntar o motivo. O risco é nosso.
Não. É um arquivo que abre no navegador que você já tem — sem loja de aplicativo, sem cadastro.
Junto com o arquivo você recebe um link de uma versão que o celular coloca como ícone na tela de início, se você preferir abrir assim. Abriu uma vez, funciona sem internet depois.
Funciona. No iPhone, no Android, no Windows e no Mac. Qualquer aparelho com navegador.
Tem uma aba chamada "Tabelas" dentro do kit. Você atualiza os valores do INSS, do IRRF, do dependente e do salário mínimo ali dentro, salva, e todas as calculadoras passam a usar os números novos. Não depende de a gente mandar versão nova.
Fica. Tem uma aba de Histórico com todas as suas simulações, guardadas no próprio aparelho. Dá pra reabrir o documento de qualquer uma, trazer os dados de volta pra refazer a conta com algum ajuste, ou exportar tudo em CSV pro Excel. Nada disso sai do seu computador ou celular.
Acompanha em dois lugares. Na calculadora de nota fiscal do dia a dia, o destaque de IBS e CBS já aparece junto com o resto — porque a nota que você emite hoje precisa dele. E tem uma aba dedicada à Reforma, com a simulação ano a ano. Você escolhe o ano — de 2026 a 2033 — e ela mostra as alíquotas daquele momento da transição, o que ainda sobrevive de ISS e PIS/COFINS, e quanto de fato sai do seu bolso. A alíquota do regime pleno ainda depende de resolução do Senado, então esse número é estimativa e está editável.
Estão. INSS e salário mínimo de 2026, tabela do IR conforme a Receita Federal, e o redutor da Lei 15.270/2025 — aquele que isenta quem ganha até R$ 5.000 e vai diminuindo até R$ 7.350. Muita calculadora por aí ainda não aplica esse redutor e por isso mostra imposto a mais. E tem mais: todas essas tabelas ficam numa aba onde você mesma edita. Mudou a lei, você troca o número.
Serve pros quatro: Simples Nacional, Lucro Presumido, Lucro Real e MEI. Ela já sabe as diferenças — optante do Simples não sofre retenção de IRRF nem de CSRF; no MEI não há retenção nenhuma e o DAS é fixo, variando conforme a atividade; no Presumido as retenções são antecipação do que você pagaria de qualquer jeito; e no Lucro Real o IRPJ e a CSLL saem do lucro do período, com PIS e COFINS não-cumulativos. Você escolhe o regime e os campos da tela mudam junto — o que não se aplica ao seu caso simplesmente some.
Gera. Na rescisão, além do recibo, sai o Termo de Rescisão no formato do formulário oficial da Portaria MTE 1.057/2012: campos numerados, blocos de identificação do empregador, do trabalhador e do contrato, verbas e descontos em quadros separados, resumo, quadro de FGTS e termo de quitação com valor por extenso. A coluna de código de rubrica fica em branco de propósito, pra você preencher conforme a tabela vigente.
Consegue. Tem uma aba chamada "Minha empresa" onde você sobe a logo, escolhe as duas cores da sua identidade e preenche CNPJ, endereço, telefone e responsável. A partir daí, todo demonstrativo, recibo e orçamento sai timbrado com a sua marca. E não fica nenhuma marca de terceiro no documento.
Serve. Ele sai com o valor por extenso, o texto de recebimento e as linhas de assinatura das duas partes. É só imprimir. Vale lembrar que no caso da rescisão ele não substitui o TRCT nem a homologação quando ela for exigida — é um recibo do valor pago, e está escrito isso no próprio documento.
Você toca em "Imprimir / Salvar PDF" e escolhe "Salvar como PDF" na tela que abrir. Funciona igual no Android e no iPhone, usando o que o próprio aparelho já tem — sem depender de nenhum aplicativo extra.
Depende de qual. O recibo é documento de verdade: assinado pelas partes, vale como recibo de pagamento. O TRCT segue o formulário oficial, mas não substitui a homologação quando ela é exigida nem a transmissão no eSocial. Já a simulação de nota fiscal é só simulação e sai marcada como tal — nota fiscal quem emite é o sistema do município, e a nossa não tem número nem código de verificação de propósito. E o cálculo em si sempre depende da convenção coletiva da categoria e das particularidades do contrato: confira com um contador antes de fechar.
Não. Você preenche salário, datas e o motivo da saída. O resto ela faz.
Pode. Uso ilimitado, quantas vezes quiser, pra sempre.
Melhor ter a conta pronta antes dela do que depois — quando o erro já foi assinado.
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